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Conheça o perfil da Consulplan em Língua Portuguesa e saia na frente no TJMG

O concurso do TJMG está chegando, e a preocupação de grande parte dos candidatos é com a língua portuguesa. Afinal, conforme o edital, apenas dessa matéria serão 25 questões (30% da prova toda). Com o intuito de preparar melhor os alunos do Logos Concurso, o professor Marcos Vieira fez uma avaliação das questões de português como cobradas pela Consulplan. Foram analisadas 12 provas elaboradas pela Consulplan para “concursos de tribunais”. São eles: TRF 2ª (ES e RJ) 2017; TJ/MG 2015; TRE/MG 2014; TRE/MG 2012; TRT 13ª (PB) 2012; TSE 2012. No total, foram analisadas 118 questões.
 
Para facilitar essa análise, dividimos essas questões em três tipos. Questões que abordam interpretação textual, questões que abordam gramática associada à interpretação textual, e questões que abordam apenas o conteúdo gramatical.
  • Interpretação textual: 49 - 41,5 %
  • Gramática e interpretação textual: 23 - 19,5 %
  • Gramática: 46 - 39 %
Nota-se que a Consulplan prioriza questões voltadas para a interpretação de textos, o que torna suas avaliações “aparentemente mais fáceis”. Entretanto, é importante destacar que mesmo as questões de interpretação de textos exigem do candidato certos conhecimentos técnicos, como identificar os gêneros e os tipos textuais e suas principais características. Não apenas esses, mas também outros conhecimentos, assim como o exercício constante da leitura de bons textos e provas, são exercícios essenciais para quem quer aperfeiçoar a leitura  e a interpretação de textos. 
 
Quanto ao conteúdo gramatical, a Consulplan, assim como as demais bancas, prioriza sempre certos conteúdos em detrimentos de outros. A partir da análise do conjunto das questões que abordam a gramática (69 no total), constata-se que os conteúdos mais cobrados são:
  • Conjunção - 13
  • Análise sintática - 13
  • Pronome - 12
  • Pontuação - 6
  • Verbo -  5
  • Regências - 4
     
Outros tópicos gramaticais também foram localizados nas provas, mas não apresentam número significativo para os entendermos como preferência da banca. São eles: ortografia, uso de sufixos e prefixos, advérbios, adjetivos, estrutura do parágrafo, concordâncias e funções da linguagem. 
 
O professor Marcos chama a atenção para relação entre os conteúdos mais cobrados. Por exemplo, quanto às conjunções, exige-se do candidato saber identificar e classificar as conjunções coordenativas e as subordinativas. Esse conteúdo relaciona-se diretamente com a análise sintática, uma vez que a classificação das orações coordenadas e subordinadas são feitas a partir do sentido proposto pelas conjunções, que coordenam ou subordinam as orações nos períodos compostos. 
 
O estudo dos períodos, por sua vez, é ferramenta fundamental para a interpretação de textos. Nesse sentido, o professor ressalta que, ao priorizar o estudo de tópicos gramaticais como “conjunções”, “análise sintática” e mesmo “pronomes”, a Consulplan tem priorizado um modelo de avaliação que busca compreender a gramática funcionando a partir do texto. 
 
Desse modo, a partir da análise realizada, entende-se que o candidato deva se preparar para uma prova que exigirá dele mais do que o decoro de uma série de regras gramaticais – que são sempre muito bem-vindas, exigirá também o bom desempenho como leitor e interpretador de textos. 
 
Pensando em treinar ainda mais aqueles que estão se preparando para o concurso do TJMG 2017, o professor Marcos Vieira elaborou um Curso Intensivo de Língua Portuguesa. O objetivo do curso é apresentar os principais conteúdos em língua portuguesa como cobrados pelas principais bancas. Nosso enfoque, entretanto, tem sido sobre a banca Consulplan, que elaborará a prova do TJMG.
 
Nova turma a partir de 15 de agosto de 2017.
 

 

 

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Depoimentos
  • Sarah de Mattos Oliveira, Arquiteta, 24 anos, aluna do Curso Logos há 1 ano e 2 meses. Metódica e organizada, é assim que Sarah se julga. Qualidades que contribuíram para passar no concurso de Auditor Fiscal do Trabalho. Atribui seu sucesso às 10 horas de estudo fora o tempo que estava no curso. Freqüentadora assídua dos sites que fornecem provas de concursos anteriores, Sarah acredita que conhecer a Banca é importante e que traz segurança na hora da prova. ¨O mais interessante é que, mesmo sendo formada em Arquitetura, me identifiquei com todas as disciplinas deste concurso e isso me ajudou, pois gostava de estudar. Sempre tive esperança que ia passar”.

  • João Paulo Santos Leonel, 27 anos, 1º Lugar de Minas no TRE-MG. Formado em Filosofia, trabalhava como GARÇOM de quinta a domingo em um bar e aos domingos servia almoço em um restaurante. Começou tendo que conciliar o trabalho com os estudos. Um tempo depois, quando percebeu que havia formado uma boa base, pediu demissão e ficou só estudando. Com isso, conseguiu passar no concurso do TRE/MG. Sempre estudou no Logos, onde seu irmão, Geraldo Edson Leonel Jr, também foi aluno e passou em 1º lugar no concurso do STM, que só tinha uma vaga. O maior incentivo para quem acha que passar em concurso não é possível e que não existem regras, nem “ditados”, afinal, João Paulo não cursou Direito, nem Economia, ou qualquer outro curso que o preparasse melhor para concursos! Além do mais, formar em Filosofia e trabalhar à noite pesariam, com certeza, na cabeça de qualquer pessoa que não tivesse a CORAGEM que ele teve de ACREDITAR que É POSSÍVEL SIM, PASSAR EM UM CONCURSO.

  • Ana Clara Zimmermmann Fonseca, 21 anos, 7º lugar na Polícia Rodoviária Federal. Estava cursando Administração na UFJF. Iniciou seus estudos no Logos e passou no 1º concurso que fez. Encontrou apoio na família, tanto emocional como financeiro, o que ela acredita ter sido de extrema importância para sua vitória. Nunca deixou de fazer exercícios físicos, pois sempre achou que ficava mais animada, feliz e sem stress. Jamais desanimou, às vezes chegou a pensar na dificuldade que é passar em um concurso tão concorrido, com matérias que ela inclusive nunca havia visto, como: Direito, Informática, Legislação de Trânsito..., mas com CALMA, DEDICAÇÃO, MUITA VONTADE  e a ajuda de DEUS conseguiu ser aprovada. Sentiu  uma “SENSAÇÃO MARAVILHOSA”, de Dever Cumprido.