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Concurso TRF3: com edital próximo, cresce o número de cargos vagos

A estatística de cargos vagos do Tribunal Regional Federal da 3ª Região aumenta a cada nova parcial. Para amenizar essa situação, o órgão precisa agilizar os preparativos do concurso TRF3, recém autorizado pela presidente.

De acordo com informações passadas pela própria Assessoria de Comunicação Social do TRF3, atualmente o número é de 504 cargos vagos na Justiça Federal da 3.ª Região. Desde o último levantamento, foram mais de 40 saídas.

Desse total, são:

  • 160 cargos vagos no TRF3;
  • 325 na seção judiciária do Estado de São Paulo;
  • 19 na seção judiciária de Mato Grosso do Sul.

A útima informação de cargos vagos divulgada pela Comunicação do tribunal não traz a distribuição por carreira, tampouco as especialidades. 

Com a grande demanda de cargos vagos, o concurso é visto com muita importância e um grau de prioridade. Já era o que apontava no início a própria presidente, desembargadora Therezinha Cazerta.

Em reunião com o Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal - Sintrajud, a represetantes do TRF3 reconheceeu a necessidade de novos servidores mesmo com a restrição de recursos. Ela sempre se mostrou favorável ao novo concurso e reconhece a grande carência de servidores do tribunal.

"Temos uma carência grande de servidores, sem possibilidade de novas nomeações”, disse a presidente do TRF3.

Uma boa notícia é que, além de confirmado, o concurso TRF3 já tem os cargos da seleção para a área de apoio confirmados. O órgão confirmou ainda a previsão de oferecer vagas imediatas e para formação de cadastro de reserva.

Conforme noticiado pela própria Ascom do tribunal, as chances serão nos níveis médio, médio/técnico e superior. O tribunal disse, ainda, para qual seção judiciária será ofertada cada oportunidade do próximo concurso público.

  • Técnico judiciário (área administrativa) - TRF3, seções de judiciárias de São Paulo e do Mato Grosso do Sul;
  • Técnico judiciário (apoio especializado - área informática) - TRF3;
  • Analista judiciário (área judiciária) - TRF3 e seção de São Paulo; e
  • Analista judiciário (apoio especializado - área informática) - TRF3.

A previsão do tribunal é de oferecer uma vaga imediata para cada cargo, tendo em vista que as autorizações para provimentos têm sido reduzidas. Entretanto, estima-se que mais vagas poderão ser preenchidas no decorrer da validade, que deverá ser de dois anos, podendo chegar a quatro, o que ndica a presença de um cadastro de reserva.

Para o cargo de analista, a exigência será ter nível superior, enquanto que para o técnico judiciário apenas o nível médio. Interessados ao técnico de informática precisarão do curso técnico na respectiva área. O analista da área judiciária, por sua vez, exige o superior em Direito e o de Informática, na respectiva área.

O TRF3 terá como atrativo as ótimas remunerações. De acordo com dados obtidos junto ao Portal da Transparência do órgão, em início de carreira, é possível receber até R$13 mil. Tanto técnicos quanto analistas farão jus a outros benefícios, como o auxílio-alimentação no valor de R$910,08. 

O tribunal foi autorizado a preencher 69 vagas oriundas de aposentadorias. Esses provimentos poderiam acontecer por meio de concurso, que foi autorizado oficialmente no dia 18 de julho. Esse aval foi concedido pelo Conselho da Justiça Federal (CJF).

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Depoimentos
  • Sarah de Mattos Oliveira, Arquiteta, 24 anos, aluna do Curso Logos há 1 ano e 2 meses. Metódica e organizada, é assim que Sarah se julga. Qualidades que contribuíram para passar no concurso de Auditor Fiscal do Trabalho. Atribui seu sucesso às 10 horas de estudo fora o tempo que estava no curso. Freqüentadora assídua dos sites que fornecem provas de concursos anteriores, Sarah acredita que conhecer a Banca é importante e que traz segurança na hora da prova. ¨O mais interessante é que, mesmo sendo formada em Arquitetura, me identifiquei com todas as disciplinas deste concurso e isso me ajudou, pois gostava de estudar. Sempre tive esperança que ia passar”.

  • João Paulo Santos Leonel, 27 anos, 1º Lugar de Minas no TRE-MG. Formado em Filosofia, trabalhava como GARÇOM de quinta a domingo em um bar e aos domingos servia almoço em um restaurante. Começou tendo que conciliar o trabalho com os estudos. Um tempo depois, quando percebeu que havia formado uma boa base, pediu demissão e ficou só estudando. Com isso, conseguiu passar no concurso do TRE/MG. Sempre estudou no Logos, onde seu irmão, Geraldo Edson Leonel Jr, também foi aluno e passou em 1º lugar no concurso do STM, que só tinha uma vaga. O maior incentivo para quem acha que passar em concurso não é possível e que não existem regras, nem “ditados”, afinal, João Paulo não cursou Direito, nem Economia, ou qualquer outro curso que o preparasse melhor para concursos! Além do mais, formar em Filosofia e trabalhar à noite pesariam, com certeza, na cabeça de qualquer pessoa que não tivesse a CORAGEM que ele teve de ACREDITAR que É POSSÍVEL SIM, PASSAR EM UM CONCURSO.

  • Ana Clara Zimmermmann Fonseca, 21 anos, 7º lugar na Polícia Rodoviária Federal. Estava cursando Administração na UFJF. Iniciou seus estudos no Logos e passou no 1º concurso que fez. Encontrou apoio na família, tanto emocional como financeiro, o que ela acredita ter sido de extrema importância para sua vitória. Nunca deixou de fazer exercícios físicos, pois sempre achou que ficava mais animada, feliz e sem stress. Jamais desanimou, às vezes chegou a pensar na dificuldade que é passar em um concurso tão concorrido, com matérias que ela inclusive nunca havia visto, como: Direito, Informática, Legislação de Trânsito..., mas com CALMA, DEDICAÇÃO, MUITA VONTADE  e a ajuda de DEUS conseguiu ser aprovada. Sentiu  uma “SENSAÇÃO MARAVILHOSA”, de Dever Cumprido.

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