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IBGE publica edital de concurso com 7.500 vagas

Foi publicado, no Diário Oficial da União desta terça-feira (7), o edital do concurso do IBGE 2016, cujo objetivo é selecionar 7.500 profissionais para contratações temporárias em 550 municípios distribuídos por todos os Estados do país, além do Distrito Federal.
 
Do total de oportunidades do concurso do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 387 são reservadas para pessoas com deficiência e 1.499 para candidatos negros.
 
Todas as ofertas são para a carreira de agente de pesquisa e mapeamento, que exige nível médio completo e apresenta remuneração de R$ 1.250 por mês, acrescida de auxílios para alimentação  (no valor de R$ 458) e transporte, o que deve render salários de até R$ 1.708. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais.
 
A contratação dos candidatos será temporária pelo período de um ano, podendo ser prorrogada, desde que não exceda três anos.
 
Interessados poderão garantir participação a partir do dia 21 de junho, por meio do site da Fundação Cesgranrio (www.cesgranrio.org.br), organizadora do processo seletivo. Será possível se inscrever até o dia 19 de julho, pagando uma taxa de R$ 30.
 
Com duração máxima de quatro horas, as provas objetivas do concurso do IBGE serão aplicadas no dia 4 de setembro, em horário e locais que serão disponibilizados, oportunamente, pelos organizadores da seleção. 
 
O exame será composto por 60 questões de múltipla escolha que versarão sobre as disciplinas de língua portuguesa, geografia e raciocínio lógico.
 
Distribuição das vagas do concurso do IBGE 2016
 
As oportunidades do concurso do IBGE estão distribuídas por todos os Estados do país e no Distrito Federal, de acordo com o seguinte: Acre (118 vagas), Alagoas (208), Amazonas (195), Amapá (56), Bahia (454), Ceará (408), Distrito Federal (144), Espírito Santo (244), Goiás (282), Maranhão (218), Minas Gerais (636), Mato Grosso do Sul (169), Mato Grosso (175), Pará (215), Paraíba (203), Pernambuco (353), Piauí (153), Paraná (415), Rio de Janeiro (713), Rio Grande do Norte (157), Rondônia (123), Roraima (69), Rio Grande do Sul (420), Santa Catarina (282), Sergipe (136), São Paulo (850) e Tocantins (104).
 
Atribuições do cargo de agente de pesquisas e mapeamento do IBGE
 
O ofício de agente de pesquisas e mapeamento do IBGE tem o foco de realizar pesquisas econômicas e sociodemográficas. Para atender tal objetivo, as principais atribuições do emprego são: visitar domicílios e estabelecimentos de qualquer natureza, tais como comerciais, industriais, agropecuários, de serviços e órgãos públicos, em locais selecionados de acordo com o tema a ser pesquisado, para a coleta de dados visando à realização de pesquisas de natureza estatística; realizar e/ou agendar entrevistas, registrando os dados em questionários impressos ou em meio eletrônico, de acordo com as instruções recebidas e dentro do prazo pré-estabelecido; entregar e/ou transmitir ao seu superior os questionários preenchidos ou enviados por meio eletrônico os dados coletados, de acordo com as instruções recebidas e segundo normas técnicas; dar suporte à realização e/ou à atualização dos levantamentos geográficos que estruturam a execução das pesquisas de natureza estatística, identificando, quando necessário, as alterações da divisão político-administrativa; coletar feições cartográficas ou temáticas do território, próprios dos levantamentos geográficos necessários à realização das pesquisas de natureza estatística, utilizando processos analógicos ou digitais disponibilizados; coletar nomes geográficos e elementos afins necessários aos levantamentos cartográficos necessários à realização das pesquisas de natureza estatística; preparar em gabinete ou em campo insumos para a realização de coleta de dados e de imagens de satélites e fotografias aéreas para as atividades de coleta; dar suporte à coleta de coordenadas geográficas próprias dos levantamentos cartográficos e geodésicos necessários à realização das pesquisas de natureza estatística; transferir ou transcrever os limites definidores dos setores rurais e urbanos para o mapeamento censitário e de um documento cartográfico para outro, a partir de suas coordenadas/posicionamento, quando necessário à realização das pesquisas de natureza estatística; converter para meio digital as informações de formulários de dados referentes a cadastros específicos, quando necessário à realização das pesquisas de natureza estatística; operar equipamentos/aplicativos/sistemas de informática necessários à realização das pesquisas de natureza estatística, bem como dos levantamentos geográficos que as estruturam; participar de treinamentos específicos, ministrados por técnicos do IBGE, objetivando a capacitação para o desenvolvimento de pesquisas de natureza estatística, bem como dos levantamentos geográficos; elaborar relatórios, quando solicitado, contendo tabelas e gráficos, de modo a apoiar as pesquisas de natureza estatística, e levantamentos geográficos que as estruturam; assumir a responsabilidade pela segurança e uso de equipamentos eletrônicos (computador de mão, GPS, bateria, carregador, memória, etc.) de sua área de trabalho, de acordo com o art. 11 da Lei nº 8.745, de 9 de dezembro de 1993, podendo, em alguns casos, ser responsabilizado civilmente conforme previsto no Código Civil; realizar levantamento completo dos endereços da sua área de trabalho indicada por superior hierárquico; coletar informações sobre as características urbanísticas da área indicada por superior hierárquico; e executar outras tarefas correlatas que lhe forem atribuídas por seus superiores hierárquicos. 
 
Além das atribuições definidas acima, o agente de pesquisas e mapeamento poderá ser solicitado a dirigir veículo próprio do IBGE ou locado pela instituição, desde que seja necessário para a realização dos levantamentos sob sua responsabilidade, uma vez que possua habilitação.
 
Os futuros servidores terão seu desempenho avaliado periodicamente com relação a cumprimento de prazos, qualidade do trabalho e assiduidade. Os resultados de tais avaliações serão considerados para as renovações ou rescisões dos contratos de trabalho, que também estarão condicionados ao cronograma das pesquisas e à respectiva dotação orçamentária.
 
O concurso do IBGE 2016 terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado pelo mesmo período.

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Depoimentos
  • Sarah de Mattos Oliveira, Arquiteta, 24 anos, aluna do Curso Logos há 1 ano e 2 meses. Metódica e organizada, é assim que Sarah se julga. Qualidades que contribuíram para passar no concurso de Auditor Fiscal do Trabalho. Atribui seu sucesso às 10 horas de estudo fora o tempo que estava no curso. Freqüentadora assídua dos sites que fornecem provas de concursos anteriores, Sarah acredita que conhecer a Banca é importante e que traz segurança na hora da prova. ¨O mais interessante é que, mesmo sendo formada em Arquitetura, me identifiquei com todas as disciplinas deste concurso e isso me ajudou, pois gostava de estudar. Sempre tive esperança que ia passar”.

  • João Paulo Santos Leonel, 27 anos, 1º Lugar de Minas no TRE-MG. Formado em Filosofia, trabalhava como GARÇOM de quinta a domingo em um bar e aos domingos servia almoço em um restaurante. Começou tendo que conciliar o trabalho com os estudos. Um tempo depois, quando percebeu que havia formado uma boa base, pediu demissão e ficou só estudando. Com isso, conseguiu passar no concurso do TRE/MG. Sempre estudou no Logos, onde seu irmão, Geraldo Edson Leonel Jr, também foi aluno e passou em 1º lugar no concurso do STM, que só tinha uma vaga. O maior incentivo para quem acha que passar em concurso não é possível e que não existem regras, nem “ditados”, afinal, João Paulo não cursou Direito, nem Economia, ou qualquer outro curso que o preparasse melhor para concursos! Além do mais, formar em Filosofia e trabalhar à noite pesariam, com certeza, na cabeça de qualquer pessoa que não tivesse a CORAGEM que ele teve de ACREDITAR que É POSSÍVEL SIM, PASSAR EM UM CONCURSO.

  • Ana Clara Zimmermmann Fonseca, 21 anos, 7º lugar na Polícia Rodoviária Federal. Estava cursando Administração na UFJF. Iniciou seus estudos no Logos e passou no 1º concurso que fez. Encontrou apoio na família, tanto emocional como financeiro, o que ela acredita ter sido de extrema importância para sua vitória. Nunca deixou de fazer exercícios físicos, pois sempre achou que ficava mais animada, feliz e sem stress. Jamais desanimou, às vezes chegou a pensar na dificuldade que é passar em um concurso tão concorrido, com matérias que ela inclusive nunca havia visto, como: Direito, Informática, Legislação de Trânsito..., mas com CALMA, DEDICAÇÃO, MUITA VONTADE  e a ajuda de DEUS conseguiu ser aprovada. Sentiu  uma “SENSAÇÃO MARAVILHOSA”, de Dever Cumprido.