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Mitos e verdades sobre concursos públicos

Assumir um cargo público é o sonho de muitos brasileiros, principalmente pela estabilidade que eles oferecem e aos salários que geralmente são acima do piso, sobretudo em um momento de crise econômica. Neste post, vamos falar sobre os mitos e verdades envolvendo o mundo dos concursos. Confira:
 
Qualquer pessoa pode prestar concurso público?
 
Sim! De forma geral, qualquer pessoa pode prestar concurso público, desde que seja brasileiro ou naturalizado brasileiro, ter mais de 18 anos, estar em dia com os compromissos eleitorais (ter votado ou justificado em todas as eleições anteriores) e estar em dia com o serviço militar, caso seja homem.
Além disso, a pessoa só pode assumir o cargo no nível escolhido no momento da inscrição caso ela possa comprovar a escolaridade através de documentos, geralmente o diploma de ensino médio ou ensino superior.
 
Porém, existem alguns mitos em relação às pessoas que podem prestar concurso. Vamos falar sobre cada um deles a seguir e revelar se são realmente verdade.
 
 
Qual é a idade mínima para prestar concurso público?
 
A idade mínima exigida para prestar concurso público é de 18 anos, tanto para homens quanto para mulheres.
 
Quem tem tatuagem ou piercing pode prestar concurso?
 
Afinal, quem tem tatuagem e piercing pode ou não ser eliminado de um concurso público? Não costumamos ver problemas ou histórias relacionadas ao assunto na maioria dos concursos – com exceção dos militares, que podem ser bastante polêmicos quando aparece um aprovado com desenhos ou furos pelo corpo.
 
 
Quem tem passagem pela polícia pode prestar concurso público?
 
Primeiramente, é preciso analisar o sentido da expressão “passagem pela polícia”. Quando falamos em envolvimento em alguma situação que configure crime, há basicamente 4 possibilidades: (1) indiciamento, quando há instauração de inquérito imputando a alguém uma atitude criminosa; (2) denúncia, quando o Ministério Público promove a ação penal contra esta pessoa; (3) condenação ainda pendente de recurso; (4) condenação sem cabimento de recurso (trânsito em julgado).
 
Mas para avaliar as consequências no âmbito do concurso público, é preciso analisar o edital e checar quais são as regras estabelecidas. 
Geralmente, os editais exigem certidões negativas de caráter amplo, isto é, um “nada consta” geral neste sentido. Desta forma, qualquer das situações mencionadas seria suficiente para excluir o candidato.
 
No entanto, o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça tem proferido decisões no sentido de que apenas a condenação com o esgotamento dos recursos (trânsito em julgado) é que pode eliminar o candidato.
 
Porém, diante da previsão dos editais exigindo “nada consta” de caráter amplo, o candidato que não foi condenado criminalmente de forma definitiva, mas não dispõe de uma certidão negativa geral, precisa buscar na Justiça o direito para prosseguir no concurso.
 
 
E quanto a quem tem o nome sujo?
 
Esse é outro mito que ainda circula muito pelo Brasil e provavelmente vem de uma cláusula da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) que impedia a contratação de pessoas com o nome sujo para cargos bancários. Porém, essa regra já não existe mais desde o ano de 2010 e no caso de concursos públicos, ela não também é válida.
 
Por fim, precisamos lembrar que a melhor maneira de saber se você pode realmente tentar o concurso que você está pretendendo é lendo o edital com atenção, principalmente no que diz respeito à escolaridade e formação em nível superior.
 

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Depoimentos
  • Sarah de Mattos Oliveira, Arquiteta, 24 anos, aluna do Curso Logos há 1 ano e 2 meses. Metódica e organizada, é assim que Sarah se julga. Qualidades que contribuíram para passar no concurso de Auditor Fiscal do Trabalho. Atribui seu sucesso às 10 horas de estudo fora o tempo que estava no curso. Freqüentadora assídua dos sites que fornecem provas de concursos anteriores, Sarah acredita que conhecer a Banca é importante e que traz segurança na hora da prova. ¨O mais interessante é que, mesmo sendo formada em Arquitetura, me identifiquei com todas as disciplinas deste concurso e isso me ajudou, pois gostava de estudar. Sempre tive esperança que ia passar”.

  • João Paulo Santos Leonel, 27 anos, 1º Lugar de Minas no TRE-MG. Formado em Filosofia, trabalhava como GARÇOM de quinta a domingo em um bar e aos domingos servia almoço em um restaurante. Começou tendo que conciliar o trabalho com os estudos. Um tempo depois, quando percebeu que havia formado uma boa base, pediu demissão e ficou só estudando. Com isso, conseguiu passar no concurso do TRE/MG. Sempre estudou no Logos, onde seu irmão, Geraldo Edson Leonel Jr, também foi aluno e passou em 1º lugar no concurso do STM, que só tinha uma vaga. O maior incentivo para quem acha que passar em concurso não é possível e que não existem regras, nem “ditados”, afinal, João Paulo não cursou Direito, nem Economia, ou qualquer outro curso que o preparasse melhor para concursos! Além do mais, formar em Filosofia e trabalhar à noite pesariam, com certeza, na cabeça de qualquer pessoa que não tivesse a CORAGEM que ele teve de ACREDITAR que É POSSÍVEL SIM, PASSAR EM UM CONCURSO.

  • Ana Clara Zimmermmann Fonseca, 21 anos, 7º lugar na Polícia Rodoviária Federal. Estava cursando Administração na UFJF. Iniciou seus estudos no Logos e passou no 1º concurso que fez. Encontrou apoio na família, tanto emocional como financeiro, o que ela acredita ter sido de extrema importância para sua vitória. Nunca deixou de fazer exercícios físicos, pois sempre achou que ficava mais animada, feliz e sem stress. Jamais desanimou, às vezes chegou a pensar na dificuldade que é passar em um concurso tão concorrido, com matérias que ela inclusive nunca havia visto, como: Direito, Informática, Legislação de Trânsito..., mas com CALMA, DEDICAÇÃO, MUITA VONTADE  e a ajuda de DEUS conseguiu ser aprovada. Sentiu  uma “SENSAÇÃO MARAVILHOSA”, de Dever Cumprido.

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