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O MPT e MPDFT confirmaram o recebimento de ofício para concederem verba para realização do concurso MPU 2018

O principal entrave para que o concurso MPU ocorra este ano é o orçamento. E a luta do Ministério Público da União para viabilizá-lo teve avanços. O Ministério Público do Trabalho e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, pertencentes ao órgão, informaram que já receberam o ofício do MPU solicitando orçamento para viabilizar o concurso. A seleção, esperada para outubro, também é desejada pelos dois ramos do órgão.

Mesmo sem recursos previstos na Lei Orçamentária de 2018, o secretário-geral do MPU, Alexandre Camanho, reúne esforços para que a seleção seja realizada até dezembro. Isso porque o órgão possui 1.668 cargos vagos de técnicos e analistas. A solução encontrada foi recorrer aos quatro ramos do MPU para juntar a verba, estimada em R$ 9,5 milhões.

Os ministérios teriam que conceder uma quantia contribuindo para que o concurso saia do papel. Os dois ramos confirmaram o recebimento do ofício enviado por Camanho para concessão do orçamento.

A Assessoria de Imprensa do Ministério Público do Trabalho respondeu  que o documento “foi recebido pelo MPT e está em tramitação nas esferas administrativas". Ainda de acordo com o MPT, "é de interesse da instituição que o concurso seja realizado o mais breve possível”. 

Outro fator que contribui para essa perspectiva é que, mesmo sem a confirmação da verba, o MPU já adianta os preparativos da seleção. O processo para escolha da banca organizadora já foi iniciado, constando no setor de licitações do órgão.

Os avanços na licitação para escolha da empresa, entretanto, dependem do orçamento para que a seleção ocorra. Somente quando o secretário-geral do Ministério Público da União, Alexandre Camanho, tiver os recursos necessários para o concurso, o processo de definição da banca poderá ser retomado.

Os membros da comissão responsável pelo concurso indicam que a expectativa é que o orçamento seja definido em breve tendo em vista a urgência para a nova seleção. A instituição responsável por organizar os últimos quatro concursos MPU foi o Cebraspe (antigo Cespe/Unb).  A Secretaria de Gestão de Pessoas também enviou à Gerência de Relacionamento do Banco do Brasil a celebração do convênio para que seja feita a cobrança das taxas de inscrição da seleção.

De acordo com membros da comissão do concurso, isso foi feito para adiantar burocracias necessárias para viabilizar a seleção.

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Depoimentos
  • Sarah de Mattos Oliveira, Arquiteta, 24 anos, aluna do Curso Logos há 1 ano e 2 meses. Metódica e organizada, é assim que Sarah se julga. Qualidades que contribuíram para passar no concurso de Auditor Fiscal do Trabalho. Atribui seu sucesso às 10 horas de estudo fora o tempo que estava no curso. Freqüentadora assídua dos sites que fornecem provas de concursos anteriores, Sarah acredita que conhecer a Banca é importante e que traz segurança na hora da prova. ¨O mais interessante é que, mesmo sendo formada em Arquitetura, me identifiquei com todas as disciplinas deste concurso e isso me ajudou, pois gostava de estudar. Sempre tive esperança que ia passar”.

  • João Paulo Santos Leonel, 27 anos, 1º Lugar de Minas no TRE-MG. Formado em Filosofia, trabalhava como GARÇOM de quinta a domingo em um bar e aos domingos servia almoço em um restaurante. Começou tendo que conciliar o trabalho com os estudos. Um tempo depois, quando percebeu que havia formado uma boa base, pediu demissão e ficou só estudando. Com isso, conseguiu passar no concurso do TRE/MG. Sempre estudou no Logos, onde seu irmão, Geraldo Edson Leonel Jr, também foi aluno e passou em 1º lugar no concurso do STM, que só tinha uma vaga. O maior incentivo para quem acha que passar em concurso não é possível e que não existem regras, nem “ditados”, afinal, João Paulo não cursou Direito, nem Economia, ou qualquer outro curso que o preparasse melhor para concursos! Além do mais, formar em Filosofia e trabalhar à noite pesariam, com certeza, na cabeça de qualquer pessoa que não tivesse a CORAGEM que ele teve de ACREDITAR que É POSSÍVEL SIM, PASSAR EM UM CONCURSO.

  • Ana Clara Zimmermmann Fonseca, 21 anos, 7º lugar na Polícia Rodoviária Federal. Estava cursando Administração na UFJF. Iniciou seus estudos no Logos e passou no 1º concurso que fez. Encontrou apoio na família, tanto emocional como financeiro, o que ela acredita ter sido de extrema importância para sua vitória. Nunca deixou de fazer exercícios físicos, pois sempre achou que ficava mais animada, feliz e sem stress. Jamais desanimou, às vezes chegou a pensar na dificuldade que é passar em um concurso tão concorrido, com matérias que ela inclusive nunca havia visto, como: Direito, Informática, Legislação de Trânsito..., mas com CALMA, DEDICAÇÃO, MUITA VONTADE  e a ajuda de DEUS conseguiu ser aprovada. Sentiu  uma “SENSAÇÃO MARAVILHOSA”, de Dever Cumprido.